E então eu me ponho a escrever porque ainda há muito a dizer, há muito para se esclarecer, há muito para se imaginar, então eu escrevo agora porque a qualquer momento posso morrer. Não. Não posso morrer. Me recuso a morrer antes de escrever tudo - Tudo, para todos.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
E não aprendo.
Eu saio para festas e me deparo com solidão e futilidades. Muitos sorrisos, muitas conversas, muita cerveja, muita gente e muita música. Muito, muito, muita, muito tudo. Pouco, pouco, pouco... Nada. Observo e o que me vem na cabeça é que todos estão vivendo o seu carnaval particular. Todos com suas máscaras, jurando ser o que aparentam. Todos querendo parecer discretos, centrados, interessantes, bonitos, alegres, dançantes, risonhos. Mal sabem eles que isso é cúmulo do meu desinteresse.
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