E então eu me ponho a escrever porque ainda há muito a dizer, há muito para se esclarecer, há muito para se imaginar, então eu escrevo agora porque a qualquer momento posso morrer. Não. Não posso morrer. Me recuso a morrer antes de escrever tudo - Tudo, para todos.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Minha tempestade
Dentro de mim existem turbilhões de pensamentos para serem ditos, existem mil sentimentos para serem descritos e existe uma necessidade tão grande de ser compreendida. Existe também um amor (amor?) , um amor diferente sendo formado, um amor diferente sendo guardado - um amor pela vida, um amor... Mas, ainda dentro de mim, vejo nuvens, neblina, vejo chuva, e apesar do meu sorriso, não quero me livrar dessa tempestade, dessa escuridão que me habita. Porque me habita, porque é e sempre será minha, e jamais saberia viver sem a água e sem o vento.
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